sábado, 24 de julho de 2010

Freud explica...

Somos apenas aquilo que somos com toda a redundância cabível nessa sentença. Somos escravos de nossa essência, limitados a sermos apenas nós mesmos, por mais que aquilo que somos nos cause desconforto em viver.


Somos vítimas de um inconsciente demandante, a mercê dos nossos mais profundos desejos os quais nem mesmo sabemos quais são. Freud explica o que jamais poderemos entender como nunca seremos aquilo que desejamos ser e jamais teremos aquilo que desejamos ter porque sequer conhecemos nossos reais desejos.

Nosso destino cruel é conformarmo-nos em sermos nós mesmos ou na melhor das hipóteses em sermos uma versão atualizada de nós mesmos.

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