domingo, 11 de julho de 2010

o que realmente importa...



O que levamos dessa vida? O que de fato nos pertence? Nossas aquisições materiais? As pessoas que conquistamos, as pessoas que criamos ou aquelas por quem fomos criados?
Durante nossa vida, por diversas vezes, nos vemos presos por algemas invisíveis, por valores que nos foram impostos e que nada têm a ver com o que fato acreditamos...
E vai-se vivendo uma vida insípida, sem gozo... uma vida sem vida.
Aí alguém morre, aí alguém te furta, aí algo que parecia tão real, tão próprio te escorre pelos dedos...
E eu fico me perguntando por que nos obrigamos a viver uma vida que não nos realiza, por que carregamos nossas escolhas como sentenças?
Em nome do patrimônio que conquistamos, em nome do que nos dizem que é certo? E por isso vamos vivendo aguardando por uma satisfação pós morte? Eu não comungo dessa cultura mórbida... Fico com a ideia que o que se leva dessa vida é vida que se leva,embora clichê, essa frase carrega uma verdade incontestável.
As mortes que nos cercam e até mesmo aqueles que nos furtam figuram como alertas, como uma voz divina gritando em nossos ouvidos “ EIIIII, ACORDA PRA VIDA” Ser feliz é uma obrigação e a felicidade reside em tudo aquilo que é genuinamente teu. Aquilo que tu acreditas, aquilo que te realiza, o sentimento que tu tens pelas pessoas e os que elas têm por ti. Tudo isso é teu, o tempo não apaga, a morte não encerra o ladrão não te rouba.
Fica aqui o meu apelo, o meu conselho e a minha verdade. Cultivemos, amigos, aquilo que podemos possuir; os sentimentos, os conhecimentos e os nossos desejos. E o meu desejo é que sejamos todos, genuinamente, felizes.

Um comentário:

  1. Posso te falar genuinamente que estou feliz. A felicidade ás vezes vem assim, em meio aos tornados,só nos resta saber utilizar os ventos. Obrigada.Um beijo nesse coração.

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